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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A arte e o aprendizado da gerência

Todo administrador deve saber como lidar com a gerência de uma empresa seja ela qual for. O gestor por si têm que possuir muitas habilidades,entre elas:A experiência,a decisão e a ação.
O aprendizado se adquire com a experiência e com o estudo dos casos. As boas e as más qualidades gerenciais vem a tona com o que foi aprendido.A forma como ele lida com os problemas e com as pessoas, ter domínio da situação,vais sendo visto com o decorrer do tempo.
O poder da decisão é um fator primordial para o gerente, essa habilidade de manter seus colaboradores à par dos que acontece na empresa e fazer com que eles participem dela, a ter uma visão do que é melhor para esta, comandar para que as pessoas e ele tenham bons resultados e a empresa ter lucros efetivos.
Como meio de pôr em prática a s decisões tomadas, a ação do gerente chega como elo entre o colaborador e seus resultados, o modo de fazer, o que usar para se ter um produto bom, ou então o que se fazer para melhorar o desempenho dos funcionários e o reconhecimento dos problemas e de por em prática suas soluções.
Portanto o ato de gerenciar requer do administrador várias habilidades, tanto e resolução de problemas, tanto quanto em lidar com as pessoas e fazer com que a empresa consiga se manter plena na sociedade e obter lucros.

*por Tathiana Rodrigues

Organização

O conceito de organização é tipicamente behavorista :” a organização é a coordenação de diferentes atividades de contribuintes individuais com a finalidade de efetuar transações planejadas com o ambiente”. Esse conceito utiliza a noção tradicional de divisão do trabalho ao se referir às diferentes atividades e à coordenação na organização e refere-se às pessoas como contribuintes das organizações, em vez de estarem elas próprias incluídas totalmente nas organizações. As contribuições de cada participante à organização dependem das suas diferenças individuais e do sistema de recompensas e contribuições da organização. A organização atua em um meio ambiente e sua existência e sobrevivência dependem da maneira como ela se relaciona com esse meio. Para tanto, ela deve ser estruturada e dinamizada em função das condições e circunstâncias que caracterizam o meio em que ela opera .

Conceito de cultura organizacional

Cultura Organizacional é o conjunto de hábitos,crenças,valores e tradições, interações e relacionamentos sociais típicos de cada organização. Representa a maneira tradicional e costumeira de pensar e fazer coisas e que são compartilhadas por todos os membros da organização. Em outras palavras, a cultura organizacional representa as normas informais e não escritas que orientam o comportamento dos membros da organização no dia-a-dia e que direcionam suas ações para realização dos objetivos organizacionais. Cada organização tem a sua própria cultura corporativa.
Existem culturas conservadoras que se caracterizam por sua rigidez e conservantismo e culturas adaptativas que são flexíveis e maleáveis. As organizações devem adotar culturas adaptativas e flexíveis para obter mais eficiência e eficácia de seus membros participantes e alcançar a inovação necessária para navegar pelas mudanças e transformações do mundo atual. ]
O interesse sobre cultura organizacional recrudesceu nos anos 70, devido ao fenômeno japonês. O Japão surgiu como líder do poder industrial, apesar de não ter recursos naturais, não ter energia e ser um país superpovoado (mais de 110 milhões de habitantes). Entretanto, nenhum desses fatores impediu que houvesse um alto nível de crescimento, um baixo nível de desemprego e a mis bem-remunerada e saudável população trabalhadora do mundo. Assim, entender a cultura desse povo tornou-se importante para compreender a sua ascensão na economia mundial.

*por Tathiana Rodrigues

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Cientificismo, instrumentalismo e realidade contábil.

Tem sido tema discutido na imprensa, judiciário, universidades, entidades de classe, mercado financeiro e até em parlamentos o que vem a ser efetivamente “realidade” a respeito de: capital, investimento, gastos, expectativa de lucros, maior valia de negócio, avaliações, ajustes, em suma, vários aspectos relativos ao patrimônio e as pertinentes transformações.

A interpretação da verdade é tema antigo; Galileu Galilei, reformulando as concepções aristotélicas, delimitou a questão ao que denominou como “qualidades primárias”, ou seja, a um “objetivo”; Grosseteste e Roger Bacon complementaram a confirmação experimental e a visão cientifica da “realidade” passou daí por diante a ser entendida como aquilo que sendo a essência é incontestavelmente comprovável pela verificação.

Esse o entendimento que os pais da ciência contábil igualmente aceitaram desde o século XIX, como tão bem situaram Giuseppe Cerboni em sua monumental “Ragioneria Scientífica”, Fábio Besta em “La Ragioneria”, Gino Zappa em “Il reddito di impresa” e Vincenzo Masi em “Filosofia della Ragioneria”.

Não há dúvida sobre a importância da realidade contábil; o que merece restrição é a forma imposta para produzir a informação da mesma através de normas; polemiza-se sobre o bem ou o mal que isso envolve; discordo de que as normas, tais como se encontram, possam qualificar-se como completamente boas e de os que os erros são derivados de quem as usa; o mal está nos próprios e vários defeitos técnicos da normatização, e, essa minha opinião é, também, a de ilustres e insofismáveis autoridades intelectuais.

A relevância da matéria mencionada transcendeu ao simples hermetismo das empresas e entidades, motivando hoje impacto econômico e social em todo o mundo.

A velocidade, amplitude e modalidades com que se transmitem tais dados criaram grandes facilidades, mas, também, equivalentes dificuldades; não se torna mais possível ocultar pertinentes males, mas, também, pela força da mídia outros grandes se criam pela manipulação da realidade; o mercado tornou-se cativo dos que comandam a transmissão de informes; a confusão criada pelos processos alternativos gerou indefinições, alimentou riscos e foi usada para fins especulativos (esse o cenário que sido evidenciado em jornais e revistas e aos quais adiante individuarei).

Um bívio se torna evidente: “instrumentalismo” ou “cientificismo” - o que melhor convém ao campo contábil? Qual o limite do instrumental? Que riscos ocorrem quando se normatiza sem o amparo da ciência? Será útil aceitar como realidade o que provem de normas impostas (instrumentalismo dirigido) ou o certo será buscar pelo caminho da ciência o que é verdadeiro (cientificismo dimanado da cultura doutrinária)?

O 10º Congresso Internacional de Contabilidade do Mundo Latino deu mostras evidentes de como a comunidade profissional e universitária está preocupada com a questão, não só no Brasil, mas, igualmente em outros países; o rumo que tomou a questão cultural demanda ingente esforço em torno da definição de prioridades em momento em que de forma pejorativa se tem colocado a posição dos contadores.

Muitos são os pronunciamentos de personalidades de expressão que condenam a atual índole normativa contábil; o de Krugman, prêmio Nobel de Economia de 2008, em comentário no New York Times em Outubro de 2009, foi deveras pesado ao denominar como “Fabula dos Contadores” os resultados mostrados nos balanços, ao sabor do que o FASB nos Estados Unidos determina.

Tão contundente quanto o depoimento de Krugman e equivalentemente importante foi o de De Castris, um dos mais conceituados e experientes administradores franceses, ao afirmar que recusava a aceitar o “Valor Justo” criado pelo IASB (Financial Times de Paris em 30/09/2009).

Não menos incisiva foi a manifestação da Ministra das Finanças da França, Cristina Lagarde, em relação ao IASB, afirmando que se esse não mudasse as regras ela o faria em relação ao seu País (Times de Paris em 30/09/2009).

Em 12 de novembro de 2009 o conceituado jornal “The Economist” pejorativamente imputava ao IASB a posição de órgão político (logo - não técnico e muito menos científico); em 1º de junho de 2009 Borson, pela Internet, informou que o IASB estava sendo influenciado, submisso aos comandos de transnacionais (logo, insinuando ação política individualizada, mas coerente com o que no Senado dos Estados Unidos já havia há anos afirmado em um relatório sobre o conluio de entidades de classe com as transnacionais, seguindo a interesses particulares de especuladores).

As investidas pesadas contra o movimento normativo contábil, na forma que estiveram e estão sendo feitas, são deveras preocupantes (não concordo com algumas que apelam para uma crítica “lato sensu”); ensejam reconhecer que a questão esteja a merecer substancial reparação.

O comentário do CFO de New York, de 24 de novembro de 2009, inquirindo em manchete se o normatizado pelo IASB era “Médico ou Monstro” é bem a inferência de um estado desconfortável à matéria contábil, esta que ficou colocada em destacada dúvida.

Entendo que a classe dos contadores estará cedendo espaço a uma injusta depreciação à categoria se não empreender movimento no sentido de justificar a qualidade de sua posição; imprescindível é evidenciar e agir para que se torne publica a evidenciação do rico e valioso poder possuído em matéria científica, mostrando à sociedade ser equivocado confundir discutível “instrumentalismo especulativo de grupo” com o “valoroso cientificismo” que tem toda uma vasta história, construída por intelectuais de insofismável cultura.

A realidade do conhecimento contábil está deformada nos textos das que se denominaram “normas internacionais”, quer por falta de apoio na ciência, quer por submissão a um modelo que se comprovou incompetente por não proteger inúmeros investidores na atual crise mundial (como tem sido comentado pela imprensa).

Enquanto se apregoam maravilhas sobre as normas em alguns periódicos que circulam no Brasil, a imprensa mundial, através de outros de tradicional crédito como “Le Monde” (França), “New York Times” (Estados Unidos), “Corriere della Sera” (Itália), “El País” (Espanha), “Diário de Noticias” (Portugal), mostram dados preocupantes sobre a crise financeira; comentam frequentemente a respeito do grande calote nas Bolsas e perante o mercado, esse que não foi impedido pelas “normas denominadas como internacionais”, agora obrigatórias no Brasil para as sociedades abertas e de grande porte, sob a evocação de “convergência”.


-texto suporte,Antônio Lopes de Sá,Doutor em Letras, honoris causa, pela Samuel Benjamin Thomas University, de Londres , Inglaterra. Doutor em Ciências Contábeis pela Faculdade Nacional de Ciências Econômicas da Universidade do Brasil. Administrador, Contador e Economista.


*Por Tathiana Rodrigues.








domingo, 6 de dezembro de 2009

CIDE

CIDE - Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial
O que é o CIDE?
O Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial - CIDE, tem como missão de estimular a criação e o desenvolvimento de empresas inovadoras, de base tecnológica,com ênfase nos setores de biotecnologia, tecnologia da informação e eletroeletrônica, através de ações que contribuam para incentivar o empreendedor e o desenvolvimento sócio-econômico do estado.
Para atingir suas finalidades o CIDE utiliza o sistema de incubação de empresas, fazendo "ponte" entre o mercado e o desenvolvimento tecnológico,respeitando as características próprias da Região.

O que é uma Incubadora?
Incubadora de Empresas de Base Tecnológica é um mecanismo que visa estimular a criação de pequenas empresas, de base tecnológica, através de suporte gerencial,científico e tecnológico,e apoio em infraestrutura, contando com espaço físico para abrigar , temporariamente,estas empresas e dispondo de uma série de serviços e facilidade,tais como:

* Áreas para instalação individualizada de cada empresa;
* Áreas para uso compartilhado(secretaria, sala de reuniões,auditório,laboratório e copa).
* Recursos humanos e serviços especializados para apoio ás diversas atividades das empresas;
* Acesso a laboratórios e bibliotecas de universidades e instituições que desenvolvam atividades tecnológicas;
* Capacitação e treinamento

Objetivos
Proporcionar aos empreendedores uma infraestrutura favorável ao desenvolvimento de suas empresas;
Apoiar o empreededor na estruturação e gestão de seu negócio;
Disponibilizar consultoria e treinamento para empresas;
Apoiar a introdução de novos produtos, processos e serviços no mercado;
Desenvolver ações visando a transferência e a absorção de tecnologia;
Disseminar a cultura do empreendedorismo.

As imprensa durante seu período de incubação passam por quatro fases sucessivas até sua liberação:
Fase 1 - Instalação
- Fase de constituição do empreendimento, instalação e início do desenvolvimento do produto;
Fase 2 - Crescimento
- Fase de desenvolvimento técnico e financeiro da comercialização do produto;
Fase 3 - Consolidação
-Fase do fortalecimento do empreendimento;
Fase 4 - Desincubação
- Fase em que deve ter início o processo de transferência da empresa para suas próprias instalações;

* Por Tathiana Rodrigues

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Gerenciando a estrutura :O alcance da flexibilidade

A busca da Flexibilidade
A partir do momento que se começa a ver como os modelos não estavam suprindo as necessidade atuais,se procura uma solução mais flexivel ao mercado. Os modelos antigos de especialização no trabalho e distribuição de poder,autoridade e responsabilidade ficama como meros modelos de administrar,pois essas prpunham modelos de ordem, uniformidade e conformidade. E o que uma empresa precisa sempre é de informação,decisão e criatividade ,daí parti-se as novas ideias de flexivilidade,mais ajustáveis as mudanças,ambigüidades e contradições do mundo conteporâneo.
Para se ter um modelo foi analizado ao longo dos anos ,algumas vantagens de estrutura facilmente modificáveis e adaptáveis às mudanças rápidas que caracterizam a sociedade moderna.O que se viu primeiramenteé que a estrutura é um mero instrumento de ação organizacional,ou seja,ela pode ser modificada de acordo com o ambiente.
Estudos foram feitos apartir da importância desse métodos,entre esses estão Chester Bernard em 1939, que foi o pioneiroTom Burns,1961 entre outros,o que importa é que eles forma encontrando mais e mais vantagens na aplicação desse método,mostraram mais uma vez que ambiente determina o quanto a organização deverá ser flexível,que a estrutura segue a estratégia e que esta só muda quando se verifica alguma ineficiência, aplicou-se a organização ter uma visão de ajustes estruturais a um mundo de constantes mutações foi a proposta desta para fazer organização multi estruturais,nas quais as organizações poderiam ter várias estruturas- uma manifesta e outras latentes.
A partir de um segundo estudo viu-se que se tem uma visão mais acentuada de dependência da estrutura a fatores ambientais.Algo dinâmico, variável,sem modificações ou paradigmas e depedentes das ambigüidades,incertezas e mutações que ocorrem externamante na empresa .Por isso são árbitrarios,pois se ajustam a uma condição que não se reproduz nem no tempoe no espaço.Em um sentido geral do assunto vale acrescentar uns pesquisadores chamado Paul Lawrence e Jay Lorsch que constataram que o sucesso empresarial se correlaciona com a capacidade organizacional de se ajustar ao ambiente através de uma estrutura suficientemente diferenciada para enfrentar a alta complexidade e suficientemente integrada para garantir flexibilidade e interdepedência.Em uma organização que enfrenta turbulências e descontinuidade possui mais incertezas e necessidades de serm estruturas mais fexíveis e menos burocrátizadas.

Por Tathiana Rodrigues
* parte de um Paper sobre Gerenciamento de Empresas,da Matéria da Gerência do Comportamento.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Administração,ciência de nossa vida.

Quando se entra na faculdade,claro,uma nova fase começava.O estudo da Administrção é um emaranhado de assuntos:Políticos,Filósoficos,Sociais,Econômicos,etc.Dentre esses todos possuem suas funções ímpares para que o administrador tenha uma gama de conhecimentos que fazem com que este possa comandar,gerir,demonstrar poder para que haja respeito por parte dos seus colaboradores e perante a sociedade como um todo.
Um administrador enfoca todas as ciências estudadas,e terá de executá-las da melhor maneira possível,para garantir lucros,gerar renda,ter resultados eficazes de seus funcionários,aplicar políticas dentro de sua empresa,valorizar o funcionário,enfim,tudo o que for possível para que haja sucesso em sua gerência.

*Por Tathiana Rodrigues

Sustentabilidade:Biofábricas

Um novo ramo da empresa ganha força no mercado hoje,são as Biofábricas. Esse tipo de empresa tem por enfoque a utilização de recursos tecnológicos e o uso de bens naturais.No Distrito industrial de Manaus,existe já um investimentos em biosustentação,principalmente porque aqui se concentra a mais densa floresta do mundo.
O exemplo do uso desses recursos são as empresas de cosméticos e automobilística.As empresas cosméticas usam plantas e óleos para a pele,que são manipulados nas industrias e a embalagem que é utlizada em forma de refil que tem menos custos e polui menos.Na área automobilística já há o uso de plantas,como exemplo o Curauá que encontrado principalmante no Amazonas para a fabricação de paineis para carros,e ainda tem suas utilidade para outros como exemplo, papel,tecidos e artesanatos.
Com isso a indústrias fazem o Benchmarck Natural,que é a adequação das práticas executadas no processo produtivo do ecossistema.O novo administrador deve aprender com o processo de produção natural, e que nós possuímos um dos maiores laboratórios naturais do mundo,e saber usá-lo é nitidamente importante para a sustentação do mundo.

por Tathiana Rodrigues.

Sustentabilidade na Administração

Sustentabilidade é um dos fatores primordiais no mundo de hoje.O enfoque que se dá a esse assunto,é pois sua importância é principalmente para aréa ambiental,utilizando Produtos Ecologicamante Corretos tento a visão futurista de lucros e bens sociais.
Para que isso ocorra é preciso ter uma vasta gama de conhecimentos,para desempenhar o papel é necessário um gestor qualificado que poderá indicar,melhorar e ensinar seus funcionários a utilizar esses recursos renováveis,um exemplo disso é deixar de usar sacos plásticos e priorizar uso de sacos que não poluam tanto,tentar também utilizar menores custos energéticos,e assim diminuir o custos como um todo.
O foco desse estudo deveria vir da faculdade,tento por exemplo,uma matérias que vise a Sustentabilidade,é aprimore futuros administradores para a prática desse conceitos,buscando tanto o lucro da empresa e a visão social que é um fator ímpar na sociedade hoje.

por Tathiana Rodrigues.