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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Conflito Organizacional

O fato de as empresas serem um sistema social composto por pessoas com suas características próprias de personalidade, história de vida, desejos e expectativas, faz com que os conflitos organizacionais (os que ocorrem na situação de trabalho) sejam inevitáveis. São um verdadeiro dreno de energia, tempo, dinheiro, e saber gerenciá-los é hoje uma das competências essenciais de um profissional. Ás vezes, o conflito é de simples solução, mas a história pregressa da relação compromete a solução, que passa por saber ouvir e entender a componente objetiva. Por isso, é importante recolher todos os fatos antes de escutar as opiniões. Agora, para entender as emoções, prepare-se para “ouvir com empatia”. Quer dizer ouvir com atenção, com tempo, estimulando a conversa e sem dar a opinião, nem exemplos pessoais. É ouvindo com empatia que você ordena as emoções pela sua relevância. Assim, você transforma o conflito mudando-o de competição para colaboração, focando no tema principal, eliminando os conflitos satélites e deixando as pessoas colocarem para fora suas emoções.

Comprometimento

Uma das habilidades fundamentais dos colaboradores dos mais diversos setores da economia está no comprometimento para o desempenho e fortalecimento do trabalho eficaz no alcance das metas, valores e objetivos da empresa. Em decorrência da busca por maior competitividade nos negócios e de melhores índices econômicos, produtivos e comerciais, o comprometimento é um fator que pode interferir nos resultados da empresa e o grande desafio empresarial que deparam os líderes e gestores no período contemporâneo está no comprometimento de seus liderados.
Qual o grau de comprometimento na busca por maior competitividade? O que torna os colaboradores mais comprometidos com a missão, visão e valores da organização? Com o objetivo de desenvolver e fortalecer o comprometimento profissional são apresentados quatro desafios: nível de envolvimento (grau de identificação e ascensão com o trabalho); intensidade de esforço (vontade de fazer acontecer visando melhoria contínua); fortalecimento da comunicação (promoção de diálogos para resolução de conflitos); satisfação pessoal (reconhecimento, satisfação e vontade de realizar uma tarefa).

Gestão Empresarial

Qual será o segredo do sucesso na gestão empresarial? O que fazer para manter uma equipe coesa e motivada para novas conquistas? Como construir um ambiente de trabalho acolhedor e produtivo? Existem muitas etapas que precisam ser vencidas para que uma empresa possa triunfar nessa aldeia de competitividade global. Mas, afinal de contas, diante dessas necessidades, o que faz uma empresa ser grande? O tamanho do investimento financeiro? O capital humano que ela possui? ; Não as etapas a serem vencidas pelas empresas para o triunfo são estas: Não basta atrair pessoas de talento, é preciso motivá-las; Sempre dê bons exemplos: Procure formas de valorizar seus colaboradores, como buscar recursos para treinamentos, incentivar a formação; Não ignorar a qualidade de relacionamento com a equipe, assim, tratar bem o funcionário, para que ele se sinta motivado a trabalhar; Ter maior preocupação com a qualidade da gestão de pessoas; Buscar interagir com as pessoas de forma pragmática.

Equipe VI

Se não existe um plano claro de ação, dificilmente vai haver comprometimento real do grupo. Logo, as pessoas vão evitar assumir qualquer tipo de responsabilidade, como, por exemplo, chamar a atenção de um colega cujo desempenho está comprometendo trabalho do time. O trabalho em equipe vai de vento em popa quando todos sabem o que todos estão fazendo e conseguem acompanhar a evolução do trabalho. Isso ativa o mecanismo de auto-regulação do grupo. Assim, não caberá só ao líder, mas a todos os componentes do time, cobrar pela execução de tarefas que ainda não foram realizadas. Instituir prêmios pela performance coletiva também é um bom jeito de estimular o senso de responsabilidade.

Equipe V

Equipe que não debate seus problemas abertamente tem dificuldade em se comprometer com as decisões. A concordância é apenas de fachada, porque as pessoas não se envolvem com a decisão. É preciso levar a equipe a concluir o que se propôs a realizar e, muito importante, dentro do prazo estabelecido. O líder também deve encarar com naturalidade o fato de que algumas de suas decisões podem, com o tempo, se revelar erradas.

Equipe IV

A confiança é a base do trabalho em equipe e não é conquistada de um dia para o outro. As pessoas precisam se sentir à vontade umas com as outras, a ponto de conseguir mostrar sua vulnerabilidade e, muito importante, devem ter certeza de que seus pontos fracos jamais serão usados contra elas. Quando não há preocupação com a autoproteção, as pessoas voltam sua atenção para o trabalho que precisam realizar.
O ponto de partida para corrigir a falta de confiança é mostrar a própria vulnerabilidade. Se o líder, que é o exemplo, agir dessa maneira, os membros do grupo também vão se sentir compelidos a fazer o mesmo. E que isso não seja uma encenação. Senão, pode dizer adeus à confiança! “A auto – exposição, é uma constante; precisamos aprender com os erros”.

Equipe III

Uma característica do trabalho em equipe se refere ao processo de tomar decisões. “Decidir em grupo costuma ser mais demorado porque é preciso chegar a um ponto em que todos, ou pelo menos a maioria, concordem”. No entanto, depois que se chega a uma conclusão, implementar o que foi decidido é mais rápido e fácil do que nos casos em que as decisões vêm de cima para baixo. A composição da equipe é também um ponto – chave do trabalho coletivo. “Quanto mais multifuncionais forem as pessoas, melhor. Todos têm de estar alinhados no que se refere ao conhecimento, quando isso não acontece, o grupo rejeita naturalmente o indivíduo que não está exercendo suas funções como deveria.

Equipe II

O trabalho em time pode ser olhado por dois aspectos: um se refere à atividade; o outro, ao processo. A atividade se relaciona com a esfera do trabalho, das regras, da rotina, da técnica, do que vai ser realizado para produzir determinado resultado. Os gestores que privilegiam a atividade costumam exercer o tipo de liderança conhecida como cientifica ou técnica. Já o processo explica como a atividade será feita e tem a ver com as competências emocionais. “O processo inclui a maneira subjetiva como as pessoas se relacionam para atingir as metas”. A liderança científica só enfoca o procedimento técnico da gerência e pode levar a muitos equívocos.

Equipe

Quando o assunto é trabalhar em equipe, as formigas dão uma aula de time. Elas vivem numa sociedade organizada e sabem exatamente o que fazer pelo bem comum. Detalhe: não precisam receber ordens para agir. Quando estão em ação, a sincronia entre as formigas é tão perfeita que elas parecem funcionar como células do mesmo corpo. São a prova viva de que a união tem tudo a ver com a força. Juntas, são capazes de fazer o que não dariam conta de realizar se estivessem sozinhas.

Tomada de Decisão

Quando o assunto é tomar uma decisão acertada, os executivos brasileiros não estão fazendo a lição de casa como deveriam. Os líderes brasileiros utilizam muito pouco os métodos formais para essa finalidade. A conclusão é de um estudo realizado recentemente pelo Programa de Pós Graduação e Pesquisa do Ibmec. “Antes de se decidir, é preciso identificar os valores e a cultura da empresa, utilizar metodologias de análise, fazer cálculos e discutir amplamente o assunto”; a pesquisa afirma que 70% do sucesso de uma decisão vêm da correta estruturação do problema, enquanto os 30% restantes resultam de uma boa execução do plano.